Óleo de Coco: o mocinho virou vilão para a saúde e a beleza? VEJA! - Receita Natureba
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Óleo de Coco: o mocinho virou vilão para a saúde e a beleza? VEJA!

Óleo de Coco: o mocinho virou vilão para a saúde e a beleza? VEJA!
Depois de ser indicado exaustivamente para o auxílio do emagrecimento, redução de colesterol, controle de diabetes e até hidratação de pele e do cabelo, o óleo de coco está sendo alvo de diversos questionamentos.

 

O mocinho virou vilão? Segundo algumas instituições, ele não só não traz nenhum dos benefícios apontados anteriormente, como também pode ser prejudicial se usado em excesso.

Em recente comunicado, a Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), informou, entre outros pontos, que “quando o óleo de coco é comparado a óleos vegetais menos ricos em ácido graxo saturado, recente revisão mostrou que ele aumenta o colesterol total (particularmente o LDL-colesterol).

Por esse e outros motivos, a ABRAN ainda recomenda que o óleo de coco não deve ser prescrito na prevenção ou no tratamento da obesidade; na prevenção ou no tratamento de doenças neuro-degenerativas; como nutriente antimicrobiano; nem como, mas também não há um estudo que mostre malefícios do óleo.

“Não vejo benefícios terapêuticos para o uso do óleo. Quantos aos malefícios, existem coisas que não dá para afirmar, apesar de todos os posicionamentos. Não temos tantos dados pra afirmar que faça mal”, afirmou Fábio em entrevista ao EGO. “Não existe nada milagroso. A população em geral quer sempre algo milagroso e tende a seguir alguns modelos. E adota até como paixão”, afirma Fábio.

“O comunicado reforça que não existem evidencias suficientes para concluir que o consumo de óleo de coco leva à redução de adiposidade, porém existem muitos relatos de profissionais que testaram e afirmam ter obtido bons resultados. Eu, como wellness coach, trabalho sempre em parceria com profissionais de educação física e nutricionistas, e as prescrições continuam”, pontuou Renata.

O uso regular do óleo de coco em substituição ao óleo de cozinha (soja, milho, girassol) também não é recomendado pelos profissionais das três instituições. O alto teor de gordura saturada presente no alimento poderia elevar os níveis do colesterol LDL (o ruim) e, com isso, colocar em perigo a saúde do coração.

Os nutricionistas que defendem o óleo de coco concordam que existe o risco de não ser benéfico à saúde quando consumido em excesso – assim como qualquer alimento. Por isso, a importância dele ser prescrito de maneira individualizada (nem todo organismo responde bem ao óleo) e moderada – no máximo 1 colher de sopa por dia e, ainda, em momentos estratégicos. No pré-treino, por exemplo, funciona como fonte de energia rápida.

Mas ainda sim, 1/2 colher ou untar uma forma para o preparo de receitas como bolo, panqueca e torta, não faria mal. De novo, moderação é a palavra de ordem.

CUIDADOS COM A PELE E O CABELO

Como acontece com o consumo alimentar, os benefícios cosméticos do produto também não são comprovados. “Não existe nenhuma comprovação científica de que o óleo de coco poderia ajudar. Na realidade, o óleo de coco, assim como qualquer óleo, pode melhorar a hidratação dos fios de cabelo. Porém deve ser utilizado com muito cuidado por pessoas com caspa ou couro cabeludo oleoso pois pode piorar estas condições”, afirmou Leonardo, dermatologista.

 

FONTE: G1

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